na noite passada eu pedi pra deus que me desse entendimento, por tudo que me tinha acontecido antes de dormir.
quando eu deitei tive um sonho que arregaço com tudo.
morava no balcão de uma mercearia e educadamente dentro dela muita gente bebia e berrava. um traficante da cidadezinha vizinha, meu tio e sua esposa também estavam lá.
numa mesa estavam sentados 3 silvestres'stalones, provavelmente dois eram dublês, nada os diferenciavam do verdadeiro silvestre'stalone.
muito bons os dublês.
um, eu pude diferir e descobri que este não era o verdadeiro silvestre'stalone, fomos juntos até o outro lado da rua, numa outra mercearia, pois na que eu morava, serviamos sempre a mesma bebida, em copos plásticos descartáveis, como em uma festa. pedi ao morador do outro balcão uma bebida, ele nos serviu. bebi e voltei pra mesa com os três silvestres'stalones. estava difícil de ter confiança em algum dos stalones. um, eu sabia ser dublê, os outros dois eram meio parecidos.
fiquei sabendo naquela noite que Nadia viajaria para londres, ela iria atentar a sorte por lá, como ela dizia.
a mãe que eu disse estar no bar não era minha mãe. minha mãe não vai à bares
no sonho eu voava sem direção mas muito rápido, como seu eu tivesse escolhido aquele jeito de voar, nadia também voava de avião e foi ficando pra trás, não que eu tenha passado ela pra trás, mas ela foi ficando pra trás mesmo. por causa da velocidade e da falta de controle com que eu voava, me enrosqueci numa grade de azul e puxei parado virando sentado vendo o comércio de uma rua com carros indo. enroscado na grade longe do chão, senti medo e percebi que aquilo era mais verdade do que eu gostaria que fosse, lembrei da amizade com os silvestres'stalones e do tempo bom em que bebiamos e jogávamos. me deu uma saudade que eu fiquei triste e chorei. uma polícia aparaceu e eu pensei ser alguém pra conversar comigo, mas ela começous a negociar.
dizia pra eu não me jogar.
eu dizia que não queria me jogar.
ela fez de tudo pra que eu não pulasse, disse o quanto valia minha vida.
eu disse a ela que eu não queria pular. que amava minha vida.
ela me fez lembrar das pessoas que me amavam e esperavam me ver de novo, porque eu era um menino alegre.
eu disse a ela que eu não queria pular.
ela foi se aproximando aos poucos e fazia isso dizendo que eu tinha a vida toda pela frente, que aquilo era besteira, pedia que lhe desse a mão e que descêssemos dali juntos.
eu disse que não queria me jogar muito menos descer.
a polícia deu um salto e tentou me agarrar pelo braço mas eu fui mas rápido e cai.
eu realmente não queria pular, mas a policia me colocou na situação em que essa era a única maneira de ganhar aquele jogo de pula não pula.
pelo jeito que eu caí a polícia sabia que eu não iria subir de novo.
a cara dela ficou de despreocupada.
pra ela eu já nao era mais um menino alegre, rodeado de pessoas queridas que aguardavam minha volta pra casa. os dois no chão continuamos um pra cada lado e começamos outras histórias
domingo, 9 de maio de 2010
sonho visão
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