domingo, 9 de maio de 2010

a historia do mundo

javanês. teve um sonho que arregaço com tudo. correu em linha reta até uma acampamento recém abandonado, sujo, havia merda, comida e roupa que os home largo pra trás. cavou um buraco e se encolheu. rolou pro fundo do buraco fundo onde morou, mijou, cagou e sonhou durante um mês, até que não falou mais língua nenhuma. era o mais distante do grupo e ninguém mais sabia onde ele ficava de tão distante que ele...
morou no mato e não sabia mais o que era uma mãe, seu deus era um deus anzol, agora ele comia alimentos com pelo, barrigada e tudo. um dia ele dormiu e dormindo teve um sonho que arregaço com tudo. na sua primeira ereção, o pintão ficou tão duro que rasgou da cabeça até o bago. saiu e andou pelo mundo contemplando a natureza até que foi comido por um bicho no mato. ai sim ele agradou o deus anzol, que mandou ele de volta pro lugar de onde não veio pra que saísse sem vida inteligente após a morte. saiu, celebrou e leu um livro que arregaço com tudo. leu que estava no fundo de uma buraco-fundo, todo mijado e cagado, com azunhas enormes de tão grande que estava. soltou um grunhido e ficou uma fera. isso agradou muito o deus anzol, por que não se deve cagar, mijar, sonhar num buraco, e depois fazer dele a sua casa.
o deus anzol lhe deu um molinete, uma churrasqueira a bafo e ele foi pescar. pescando escorregou no barranco, bateu a cabeça e desmaiou. lembrou de quando a morte botou um ovo e ficou pensando em varias coisas que poderiam arregaçar com o tudo de qualquer um. ficou tudo preto que ficou tudo preto de tão escuro que tudo ficou tão escuro de tão preto que ficou que mais nada. nem preto

d sequilibrio

o desequilíbrio pressupõe duas coisa a partir do início das mudanças: persistência e alteração. o produto é definido por tensão. os dois fatores avultam até motivar uma recomposição, formando a nova estrutura. a persistência pondera entre persistir de um lado ou pré-existir de outro, sendo que não há outra forma de existir, senão pré-existindo. a persistência nunca resiste.
a resistência existiu num certo período, curto, no tempo, quando o espaço não se definia como aquilo que pode ser ocupado. o espaço legítimo não pode ser ocupado por supremacia em relação 'as coisas que nele existem, que só existem nele, ou necessitam existir. o conceito de espaço surge quando o indivíduo deixa de manter a relação de simbiose com o meio e descobre outros fins pra uso das faculdades mentais.

sobre a alteração, por ser um processo representado pela continuidade, pré-existe. não encontra seu fim e só existirá quando concluída as mudanças nas coisas de se mudar

sonho visão

na noite passada eu pedi pra deus que me desse entendimento, por tudo que me tinha acontecido antes de dormir.
quando eu deitei tive um sonho que arregaço com tudo.
morava no balcão de uma mercearia e educadamente dentro dela muita gente bebia e berrava. um traficante da cidadezinha vizinha, meu tio e sua esposa também estavam lá.
numa mesa estavam sentados 3 silvestres'stalones, provavelmente dois eram dublês, nada os diferenciavam do verdadeiro silvestre'stalone.
muito bons os dublês.
um, eu pude diferir e descobri que este não era o verdadeiro silvestre'stalone, fomos juntos até o outro lado da rua, numa outra mercearia, pois na que eu morava, serviamos sempre a mesma bebida, em copos plásticos descartáveis, como em uma festa. pedi ao morador do outro balcão uma bebida, ele nos serviu. bebi e voltei pra mesa com os três silvestres'stalones. estava difícil de ter confiança em algum dos stalones. um, eu sabia ser dublê, os outros dois eram meio parecidos.
fiquei sabendo naquela noite que Nadia viajaria para londres, ela iria atentar a sorte por lá, como ela dizia.
a mãe que eu disse estar no bar não era minha mãe. minha mãe não vai à bares
no sonho eu voava sem direção mas muito rápido, como seu eu tivesse escolhido aquele jeito de voar, nadia também voava de avião e foi ficando pra trás, não que eu tenha passado ela pra trás, mas ela foi ficando pra trás mesmo. por causa da velocidade e da falta de controle com que eu voava, me enrosqueci numa grade de azul e puxei parado virando sentado vendo o comércio de uma rua com carros indo. enroscado na grade longe do chão, senti medo e percebi que aquilo era mais verdade do que eu gostaria que fosse, lembrei da amizade com os silvestres'stalones e do tempo bom em que bebiamos e jogávamos. me deu uma saudade que eu fiquei triste e chorei. uma polícia aparaceu e eu pensei ser alguém pra conversar comigo, mas ela começous a negociar.
dizia pra eu não me jogar.
eu dizia que não queria me jogar.
ela fez de tudo pra que eu não pulasse, disse o quanto valia minha vida.
eu disse a ela que eu não queria pular. que amava minha vida.
ela me fez lembrar das pessoas que me amavam e esperavam me ver de novo, porque eu era um menino alegre.
eu disse a ela que eu não queria pular.
ela foi se aproximando aos poucos e fazia isso dizendo que eu tinha a vida toda pela frente, que aquilo era besteira, pedia que lhe desse a mão e que descêssemos dali juntos.
eu disse que não queria me jogar muito menos descer.
a polícia deu um salto e tentou me agarrar pelo braço mas eu fui mas rápido e cai.
eu realmente não queria pular, mas a policia me colocou na situação em que essa era a única maneira de ganhar aquele jogo de pula não pula.
pelo jeito que eu caí a polícia sabia que eu não iria subir de novo.
a cara dela ficou de despreocupada.
pra ela eu já nao era mais um menino alegre, rodeado de pessoas queridas que aguardavam minha volta pra casa. os dois no chão continuamos um pra cada lado e começamos outras histórias

sábado, 8 de maio de 2010

matando o cão

nada como a coisa que mais te afeiçoou. há em cada face das coisas, revelado, o desconhecido. dizemos no não tê-lo nem reconhecido pessoalmente. por isso o chamamos de sem-feição. maligno. capeta.
meu bem-estar foi com tudo pro inferno atormentar o capeta. essa foi minha vida e minha obra. e é assim que incomodo o capeta: meu bem-estar.
isso temos que saber e coisas inexsitentes temos que saber e entre elas estabelecer uma ligação. de pão e fome. esse é só um modo de faze-lo, fi-lo quando eu operava.

nho roque

era uma vez um homem.
em toda capela de estrada punha dois tostões: um pra deus, um pro diabo. um pra deus, um pro diabo. um pra deus, um pro diabo. sempre assim.
um dia ele mato um homem e foi preso. foi condenado a viver numa ilha de rio de mandioca plantada.
sua pena era trabalhar pra um patrão e mesmo que ele trabalhasse todo dia até ficar cansadom, sobrava trabalho pro outro dia. a mandioca crescia depressa demais.
vivia assim.
percebeu que ia morrer antes de acabar a lida com as mandiocas.
um dia ele pego no sono no pé de uma mandioquera e acordou com uma voz chamando seu nome.
a voz perguntava o que ele fazia ali.
ele contou sua historia e o apuro que passava com as mandiocas. a voz disse pra ele dormir. que daria um jeito na mandioca.
quando ele acordou as mandioca tava tudo com as perna pro ar.
a voz disse pra ele que morte estava ali e perguntou se ele queria morrer ali ou na casa dele, junto da muié e dos fio. a voz dizia assim mesmo, com jeito de caipira.
ele disse que queria morrer em casa.
a voz disse que a vontade dele seria feita. recompensa pelos tostões que ele havia colocado nas capelas. pro diabo.
o condenado se viu perto do poço da sua roça.
pela janela viu sua mulher fazendo um cozido e no terrero os fi brincando de molecagem.
ele grito de alegria e quando a família olha pra ele, ele sentiu uma fisgada no peito caindo duro na chão.
o diabo pra mostra sua força, ate fez o bem pra esse homem.