javanês. teve um sonho que arregaço com tudo. correu em linha reta até uma acampamento recém abandonado, sujo, havia merda, comida e roupa que os home largo pra trás. cavou um buraco e se encolheu. rolou pro fundo do buraco fundo onde morou, mijou, cagou e sonhou durante um mês, até que não falou mais língua nenhuma. era o mais distante do grupo e ninguém mais sabia onde ele ficava de tão distante que ele...
morou no mato e não sabia mais o que era uma mãe, seu deus era um deus anzol, agora ele comia alimentos com pelo, barrigada e tudo. um dia ele dormiu e dormindo teve um sonho que arregaço com tudo. na sua primeira ereção, o pintão ficou tão duro que rasgou da cabeça até o bago. saiu e andou pelo mundo contemplando a natureza até que foi comido por um bicho no mato. ai sim ele agradou o deus anzol, que mandou ele de volta pro lugar de onde não veio pra que saísse sem vida inteligente após a morte. saiu, celebrou e leu um livro que arregaço com tudo. leu que estava no fundo de uma buraco-fundo, todo mijado e cagado, com azunhas enormes de tão grande que estava. soltou um grunhido e ficou uma fera. isso agradou muito o deus anzol, por que não se deve cagar, mijar, sonhar num buraco, e depois fazer dele a sua casa.
o deus anzol lhe deu um molinete, uma churrasqueira a bafo e ele foi pescar. pescando escorregou no barranco, bateu a cabeça e desmaiou. lembrou de quando a morte botou um ovo e ficou pensando em varias coisas que poderiam arregaçar com o tudo de qualquer um. ficou tudo preto que ficou tudo preto de tão escuro que tudo ficou tão escuro de tão preto que ficou que mais nada. nem preto
domingo, 9 de maio de 2010
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário